Fale o que aconteceu — no microfone ou soltando o áudio do celular — e a IA transcreve e escreve do jeito que o boletim exige: registro formal, termos corretos, nomes, horários e quantidades preservados. O sistema ainda monta a checklist do procedimento, vigia o prazo legal e entrega o documento pronto em PDF e Word.
em operação Não é maquete. Ditado, checklist, prazos, agentes e documento operando.
Dite pelo microfone do computador, ou envie a gravação que já está no celular — m4a do iPhone, áudio de WhatsApp, mp3 de gravador. Qualquer formato entra, até uma hora de gravação.
A fala vira texto, o texto vira narrativa formal de BO — nomes, horários e quantidades preservados. A checklist se monta conforme o caso e cada exigência aparece com a norma que a fundamenta.
PDF e Word com relato, peças, envolvidos e pendências. A remessa só libera quando as peças obrigatórias estão concluídas — e o delegado vê exatamente o que falta.
Transcrição em português com pontuação, e um revisor de IA que tira as marcas de oralidade e entrega o texto em registro formal e impessoal — preservando cada nome, horário, endereço e quantidade. Nada é salvo sem o escrivão conferir o antes e o depois, lado a lado.
Aperta, fala, para. A transcrição volta em segundos e se soma ao que já está escrito — o escrivão dita por trechos e revisa no fim.
A vítima contou tudo num áudio? O policial gravou no local? Solta o arquivo ali: m4a, mp3, ogg, amr — o sistema converte e transcreve tudo.
"aí tipo umas dez e quarenta chamaram a gente" vira "Por volta das 22h40, a guarnição foi acionada" — e você compara os dois antes de aceitar.
APF, inquérito, TCO e medida protetiva com a checklist que se reorganiza conforme as características do caso. São 24 regras de validação — cada uma com o artigo de lei no lugar — e a remessa fica travada enquanto faltar peça obrigatória.
Peças do procedimento
Características do caso
24h do flagrante, 48h da decisão de MPU, 10 dias do inquérito com preso. Contador na tela, alerta antes de vencer, e o painel da unidade ordenado pelo mais urgente.
Cada bloqueio mostra o artigo que o fundamenta. E quando a norma não está catalogada, o sistema não mostra nada — citação errada destrói a confiança de quem confere.
Capital e interior têm procedimentos diferentes — o laudo definitivo do tráfico, a guia de fiança. A regra muda pela unidade, sem ninguém decorar exceção.
Quatro agentes analisam o procedimento em paralelo e devolvem sugestões — que o escrivão aceita ou descarta com um clique. Mais o leitor de documentos: foto do RG, CNH ou laudo entra, nome, CPF e filiação saem preenchidos.
O relato descreve a vítima com hematoma, mas "lesão corporal" está desmarcada? Ele aponta a divergência entre a narrativa e as características do caso.
Lê o relato e sugere a tipificação penal provável, citando o trecho que a sustenta. Tráfico e lesão no mesmo caso? Aponta os dois.
Menciona ferimento e o exame de corpo de delito está pendente? Ele liga o trecho do relato à peça que falta.
Lista quem aparece na narrativa e ainda não foi cadastrado — separando autor, vítima e testemunha, e ignorando os policiais da ocorrência.
Toda ação vira registro que não se apaga nem se edita: quem fez, o quê, quando. E a trilha guarda o metadado — nunca a narrativa nem o nome do investigado.
Cada delegacia enxerga só o que é dela. Corregedoria e gestão leem com alçada própria, sem poder de alteração.
Onde o servidor permite, o áudio é transcrito na própria máquina e não sai da rede. E quando um recurso envia dado para fora, a tela avisa antes — nada sai em silêncio.
Quantas unidades, quantos escrivães, como o boletim de ocorrência é feito hoje. O atendimento no canto da tela conversa de verdade — pergunte sobre o ditado, os prazos, a implantação. No fim ele te passa para o WhatsApp com a conversa já resumida, para você não repetir nada.